«O espírito do homem é como um rio que procura o mar. Represem-no e aumentará a sua força. Não responsabilizem o homem pelas suas explosões devastadoras! Condenem antes a força da vida! O espírito que nos anima pode assumir as mais diversas formas: tornar-nos semelhantes a anjos, a demónios ou a bestas. A cada um a sua escolha. Nada barra o caminho ao homem para além das fantasmagorias dos seus medos. O mundo é a nossa casa, mas teremos ainda que a ocupar; a mulher que amamos está à nossa espera, mas não sabemos onde encontrá-la; o atalho que buscamos está sob os nossos pés, mas não o reconhecemos. Quer sejamos deste mundo por muito ou pouco tempo, os poderes por explorar são ilimitados.»
Tornou-se um clássico absoluto quando publicou a trilogia “Sexus, Plexus, Nexus”. Foi uma figura central na luta pela liberdade pessoal e literária, tendo influenciado consideravelmente a denominada “Beat Generation”. Com um espírito rebelde e individualista, recordamos, 30 anos após a sua morte, Henry Miller.







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