Arquivo de Maio, 2018



Apresentação do livro “Lisboa a Oriente”, de José Manuel Moreno

Terça-feira, 22 de Maio às 21:30, no Casino Lisboa (Alameda dos Oceanos, nº 45, Parque das Nações, 1800 Lisboa)

José Manuel Moreno, natural de Mértola, jurista de formação, desde cedo desenvolveu uma intensa atividade associativa integrada na sua zona de residência em Lisboa oriental e é atualmente Deputado na Assembleia Municipal de Lisboa. Decidiu agora publicar uma obra dedicada à história daquela zona, conhecida atualmente como Parque das Nações, que intitulou “Lisboa a Oriente – Memórias do Passado”, em que relata e retrata algumas das suas “marcas ou memórias” e traz ao “conhecimento dos leitores episódios e imagens do seu passado”.

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“Twenty-First Century Fictional Tales”, um livro de Elsa Guimarães de Moura

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Os contos ficcionais do século XXI são uma colectânea de histórias multiculturais do novo milénio que ocorrem em vários países e dimensões cronológicas, algumas para crianças e adolescentes, outras para adultos. As suas personagens são frequentemente argutas, astutas, espirituosas, inteligentes, irónicas, cómicas, adoráveis, meigas e doces.

Apresentação de “O Sonho Europeu”, de Rogério Barros da Costa

Quinta-feira, dia 17-Mai,  às 18:30, na Livraria Ferin (Rua Nova do Almada, 70, 1249-098 Lisboa)

Depois dos seus trabalhos anteriores, Rogério Barros da Costa, europeísta convicto, traz agora a lume a sua nova obra, controversa mas arrojada, “O Sonho Europeu”, em que defende “propostas marcantes para a construção de uma Europa digna do seu nome, do seu passado e daquele que deve ser o seu lugar neste planeta em mutação estratégica. Identificando na moeda única europeia o principal obstáculo à construção de uma Europa una na diversidade, parafraseando o lema da União Europeia, faz uma proposta ousada que não só reforça a credibilidade do Euro, como contribui para a o reforço e alargamento de uma Europa de Lisboa a Vladivostok, num projecto de Paz que o crescimento demográfico universal exige”.

A apresentação do livro estará a cargo do Dr. João Vieira Pereira (Diretor-adjunto do jornal Expresso).

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“A Inquisição Portuguesa em face dos seus Processos”, obra referencial de Arlindo Correia

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Arlindo Correia, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, desenvolveu a sua profissão como quadro superior e dirigente das Finanças, tendo cumprido, nesse contexto, algumas missões no estrangeiro. Após a sua saída daquele Ministério, desempenhou vários cargos na Comissão Europeia e, já reformado, concluiu a sua carreira como advogado.

Um dos seus hobbies preferidos consistiu em investigar toda a documentação disponível sobre a Inquisição em Lisboa, vindo a compilar, nesta publicação – uma obra monumental e ímpar, com quase 2.400 páginas em 3 volumes, intitulada “A Inquisição Portuguesa em face dos seus Processos”, – o seu estudo bastante exaustivo, onde pretende desmistificar o entendimento corrente da “Santa” Inquisição, revelando, de forma surpreendente, o desígnio autêntico daquela instituição.

Nova obra de João Ferreira do Amaral, já nas livrarias

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O período de quase seiscentos anos que vai das invasões bárbaras do nosso território até ao ano mil, não tem, em geral – com honrosas exceções – concitado o interesse dos historiadores do nosso país.

Na tentativa de contribuir para uma melhor compreensão desta época crucial da nossa História, em que se forjaram as bases do que mais tarde virá a ser a nacionalidade portuguesa, decidimos escrever uma síntese geral do período, envolvendo nessa síntese o norte cristão e o sul islâmico, a História Política e a História Económica e Social, os grandes movimentos sociais e alguns percursos de vida individuais.

Damos também a nossa visão do que foi a evolução lenta, mas inexorável, do processo de senhorialização, e das suas relações com o estado medieval, no que se refere, em particular, ao norte do nosso território, e abordaremos alguns aspetos quantitativos da estrutura económica, sem qualquer pretensão de rigor, que seria descabida, mas com a intenção de fornecer termos de comparação objetivos para melhor se compreender a sociedade da época.

Duas novas obras de José Rodrigues Duarte

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Outrora a imigração era uma fuga de um mau estar para a incerteza de um bem-estar! Com o único objetivo de melhorar a situação financeira. Mas isto é do passado!

Atualmente, num mundo cada vez mais globalizado, as pessoas viajam para trabalhar e melhorar as suas economias, mas também para estudar ou obter novos conhecimentos, tornando-se a emigração uma nova forma de viver a Vida.

[…] Na história da emigração o Homem sempre lutou para melhorar a sua integração, praticando a tolerância para encontrar a felicidade.

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Há pessoas que estão sempre felizes e de bom humor o que às vezes até chateia porque para elas está tudo bem. A vida implica sofrimento ou esforço para ultrapassar os desafios constantes que nos colocam à prova. A condição humana tem subjacente a inconformidade, ou seja, a procura constante da Felicidade, aprendendo com os erros, sofrimentos e adversidades para se ser Feliz. A procura de prazeres “negativos”, ou seja, a ausência de dor, de infelicidade coloca-nos numa situação neutra, numa busca de harmonia e paz, ainda que efémera.

Apresentação do livro “A Aldeia e a Infância”, de José Luís da Costa Sousa

4.ª feira, dia 09-Mai, às 14:30, na Escola Superior Náutica Infante D. Henrique (Av. Engenheiro Bonneville Franco, 2770-058 Paço de Arcos)

José Luís da Costa Sousa, especialista e docente de educação física em diversas instituições de ensino, em Portugal e nos PALOP, publica o seu primeiro livro, intitulado “A Aldeia e a Infância”, onde retrata, em contos ficcionados, o papel marcante das aldeias na formação cognitiva, emocional e comunitária das pessoas que nelas vivem a sua infância.

A sessão contará com a participação do Eng.º Viana do Couto.

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Sinopse

A aldeia e a infância são lugar e tempo que a criança associa a felicidade. Eventuais ruídos e dificuldades têm como resultante ‘paradoxal’ mais ação, mais sorrisos e mais ternura identitários.

A aldeia confronta a criança com quebra-cabeças, fazendo-se-lhe desafio e aventura. Olha a vila como utopia tangível, como lua, misteriosa, a desvendar e, se mais animosa, como sol que lhe ilumina o caminho. A aldeia profunda, acima de padre, professor e regedor, é construção de relações que, como processo, vai de nascimento a morte para produzir a cultura rural. Esta, por sua vez, afirma-se como fator de socialização e pertença comunitárias.


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