As nossas obras a concurso no “Prémio Literário Casino da Póvoa”

Obras publicadas pelo Sítio do Livro a concurso no
Prémio Literário Casino da Póvoa

Tal como antes divulgámos, de entre as mais de 200 obras concorrentes a este prémio integrado no 13.º Correntes d’Escritas a decorrer na Póvoa de Varzim, 7 foram publicadas por nosso intermédio, 3 sob a nossa chancela Vírgula e 4 como Edição do Autor. Aqui as destacamos:

“Juntos para Sempre”, de José Eduardo Taveira
“Nada Mais e o Ciúme”, de Gil Duarte
“Sombras… nada mais!”, de João Sena
“O Último Oleiro”, de Rómulo Duque
“Adeus, Valentina”, de Alice Lázaro
“Se eu fosse atum…”, de Rui Bártolo Vaz
“Porque choras, Mamã?”, de Joana Leão

V. a lista completa das obras sumetidas a concurso aqui

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Correntes d’Escritas 2012, na Póvoa de Varzim

Decorre desde ontem e até amanhã, a 13.ª edição do Correntes d’Escritas, promovido pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e considerado o mais importante evento literário realizado em Portugal, também apelidado de “Encontro de Escritores de Expressão Ibérica”. O evento, já consagrado, ao longo dos seus 13 anos, num momento incontornável para todos quantos se devotam à literatura, abrange, desde o anúncio dos vencedores de quatro prémios literários, a mesas de debate, sessões de poesia e lançamentos de livros.

Ao galardão mais importante deste certame, o Prémio Casino da Póvoa, no valor de 20 mil euros e cujo vencedor foi já anunciado ontem, concorreram mais de 200 obras, de entre as quais 7 publicadas por intermédio do Sítio do Livro, 3 sob a nossa própria chancela Vírgula e 4 como Edição do Autor.

V. toda a informação sobre o Correntes d’Escritas 2012 aqui

Lançamento do livro “Pintura e poemas” de Alberto David

«Todos os poemas não são só feitos de letras,
que o poeta com ardor escrevinha no papel,
mas o verdadeiro poema, esse está sempre
nas folhas que ficarão em branco.
Quando se pinta, é como se o artista
escrevesse uma poesia, que se acompanha,
e que se vê no horizonte da sua criação.»

Quando: Sábado, 25 de Fevereiro, às 17:00
Onde: Livraria LeYa na Barata, Av. de Roma 11 A, Lisboa

Convidamos os amigos do Autor e todos os interessados neste tema a conhecerem esta singular obra.

A Obra

Pintura e Poemas
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/pintura-e-poemas/9789892027098/

Rubem Fonseca é o vencedor do Prémio Casino da Póvoa

Póvoa de Varzim, 22.02.2012 – “Rubem Fonseca, com a obra Bufo e Spallanzani, é o vencedor do Prémio Casino da Póvoa, atribuído no âmbito do Correntes d’Escritas. O anúncio acaba de ser feito na Sessão de Abertura do Encontro de Escritores de Expressão Ibérica.” Ler mais aqui.

Rubem Fonseca

Rubem Fonseca

Bibliografia de Rubem Fonseca

Paul Claudel

“Que todos os que se aproximarem de mim tenham vontade de cantar, esquecendo as amarguras da vida.”

Paul Claudel

Paul Claudel

Poeta, diplomata e dramaturgo do século XX, o grande motor da poesia, dado pela religião a par com o «significado» e a «dramática», é o «louvor», uma vez que ele representa a «mais profunda necessidade da alma, a voz da alegria e da vida».

Além de romances, peças teatrais e ensaios, compôs também poemas que foram buscar inspiração à poesia bíblica.

Depois de ser cônsul em vários pontos do globo, Claudel terminará a sua carreira em Bruxelas. Em 1946, foi escolhido como membro da Academia Francesa.

Quando passam 57 anos da sua morte, relembramos Paul Claudel.

Bibliografia de Paul Claudel

André Breton

‎«Em primeiro lugar, é o universo que deve ser interrogado sobre o homem e não o homem sobre o universo.»

André Breton

André Breton

Considerado o pai do Surrealismo, com a publicação, em 1924, do “Primeiro Manifesto Surrealista”, tornou-se figura primeira nos meios literários e agregou um grupo de artistas e intelectuais franceses seguidores das suas ideias, mas uma vontade impetuosa de acção, a par da sua rebeldia inata, impeliu-o a uma militância política que levou à sua adesão ao Partido Comunista Francês. No entanto, as contradições permanentes e radicais entre o idealismo surrealista e a doutrina marxista ditaram a sua expulsão daquele partido, apenas 6 anos depois.

Com o eclodir do nazismo e da 2.ª Guerra Mundial, o movimento surrealista ganhou projecção internacional e, na sequência da ocupação alemã da França, Breton refugiou-se nos Estados Unidos, de onde regressou 5 anos após, para dar continuidade ao seu movimento, organizando encontros e exposições e escrevendo poemas e ensaios. A sua obra maior, “Nadya”, talvez o melhor romance surrealista alguma vez escrito, resultou de uma paixão por uma paciente psiquiátrica homónima e reflecte as principais obsessões do autor.

Relembrámos este intelectual e escritor francês, no 116.º aniversário do seu nascimento.

Bibliografia de André Breton

Luísa Dacosta

Se…

«Se eu tivesse um carro
havia de conhecer
toda a terra.
Se eu tivesse um barco
havia de conhecer
todo o mar.
Se eu tivesse um avião
havia de conhecer
todo o céu.
Tens duas pernas
e ainda não conheces
a gente da tua rua.»

Luísa Dacosta

Luísa Dacosta

Formou-se em Lisboa, na Faculdade de Letras, em Histórico-Filosóficas e foi professora do Ciclo Preparatório, tendo-se reformado em 1997 por limite de idade. Ensaísta, tradutora, ficcionista e autora de obras de literatura infantil, desenvolveu, sob o pseudónimo de Luísa Dacosta, a sua actividade literária.

Colaborou com diversas publicações periódicas, como “Árvore”, “O Comércio do Porto” ou “Colóquio/Letras”. Tem três dezenas de títulos publicados, sendo que a sua obra abrange ainda os campos da poesia, do ensaio, da crónica, do teatro, da diarística, da pedagogia, da filologia, da tradução e do conto para adultos.

Em 1992, recebeu o Prémio “Máxima de Literatura” pelo seu livro “Na Água do Tempo – Diário” e, em 1993, o Prémio Gulbenkian do “Melhor Texto para Crianças” no biénio 1992-1993. Em 1997, a Câmara Municipal do Porto condecorou-a com a medalha de prata de Mérito da Cidade e, em 2002, a Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, juntamente com a Delegação da Cultura do Norte, entregaram-lhe o Prémio “Uma vida, uma Obra”. Foi galardoada, em 2010, com Prémio “Vergílio Ferreira”, atribuído pela Universidade de Évora.

Quando celebra o seu 85.º aniversário, destacamos Luísa Dacosta.

Bibliografia de Luísa Dacosta

Thomas Bernhard

Thomas Bernhard

Thomas Bernhard

Sempre assumido e tido como um escritor polémico e provocador, é considerado um dos mais importantes autores germanófonos da segunda metade do Século XX, tendo deixado uma obra considerável e muito premiada, que inclui romances, poesia e peças teatrais, entre outros livros breves ou autobiográficos.

Por ser filho ilegítimo, passou grande parte da sua infância com os avós maternos austríacos, tendo o seu avô, o escritor Johannes Freumbichler, incentivado a sua educação artística, particularmente a musical, o que marcou bastante a sua vida futura, mas, devido a desavenças familiares, viveu a experiência traumatizante de frequentar escolas de tendência nazi.

Iniciou-se na escrita, quando convalescia de uma tuberculose pulmonar crónica, que quase o matou aos 18 anos e tornou-se colaborador de vários jornais, escrevendo crítica literária, tendo começado então a publicar alguns poemas e contos. Consagrou-se com “Na Terra e no Inferno”, o seu mais conhecido livro de poesia e “Frost”, um dos seus mais importantes romances. A sua saúde instável levou-o a procurar repouso em países como Itália, Espanha e Portugal, vindo a morrer com apenas 58 anos de idade.

Era um apaixonado por Portugal, pela gastronomia portuguesa e pela sua gente, em contraste com o seu país, a Áustria, com o qual cultivou uma relação crítica e cuja cultura política contestava acerrimamente, ao ponto de proibir, em testamento, a publicação e a representação de inéditos seus naquele país.

No 23.º aniversário da sua morte, evocamos Thomas Bernhard.

Bibliografia de Thomas Bernhard

Nada se compara a um livro autêntico!

Frank Herbert

“O início do conhecimento é a descoberta de qualquer coisa que não entendemos.”

Frank Herbert

Frank Herbert

Na data em que passam 26 anos da sua morte, evocámos um escritor americano que ficou célebre pela saga de ficção científica “Dune”, uma das mais apreciadas, complexas e marcantes obras de sempre no género, valendo ao seu autor os Prémios Nébula e Hugo e que, não só foi convertida ao cinema por David Lynch, como deu origem a vários videojogos.

Esta obra-prima, acabada em 1965, foi primeiro rejeitada por vários editores, até que uma pequena editora de Filadélfia arriscou a publicação de “Dune”, que de imediato obteve grande êxito junto da crítica, mas demorou algum tempo antes de se converter em best-seller mundial.

Desde muito jovem que ambicionava ser escritor, mas, até poder dedicar-se por inteiro a esta arte, desempenhou vários empregos precários, como operador de câmara de TV, comentador de rádio, apanhador de ostras, instrutor de sobrevivência na selva, psicanalista, professor de escrita criativa, ou repórter e editor. Aprendeu escrita criativa na Universidade de Washington, embora nunca tenha conseguido graduar-se, pois não estudava de forma consistente.

A sua prolífica obra literária, que o tornou um autor de culto, atraindo seguidores fanáticos, abarca uma abrangência temática muito diversificada e interligada, explorando ideias complexas envolvendo filosofia, psicologia, religião, política e ecologia e revelando, de forma marcante, a sua fascinação pelas questões da sobrevivência humana e da evolução.

Bibliografia de Frank Herbert

Júlio Verne

“Podemos violar as leis humanas, mas não as da natureza.”

Júlio Verne

Júlio Verne

Foi um dos maiores escritores franceses e o pioneiro da ficção científica. Depois de se ter diplomado em Letras e Direito, prosseguiu os seus estudos em Paris. Dedicou-se então ao teatro e ocupou o posto de secretário do Teatro Lírico até 1854, fazendo encenar peças por ele escritas em colaboração com Michel Carré.

Conheceu personalidades importantes da literatura francesa suas contemporâneas, como Victor Hugo e Alexandre Dumas Filho.

O carácter visionário da sua obra pode ser bem notado em obras como “A Ilha Misteriosa” e “Vinte Mil Léguas Submarinas“, romance este em que o carismático Capitão Nemo profetizava a pirataria submarina alemã da Segunda Guerra Mundial.

Relembramos Júlio Verne, quando passam 184 anos do seu nascimento.

Bibliografia de Júlio Verne

Charles Dickens

“Cada fracasso ensina ao homem que tem algo a aprender.”

Charles Dickens

Charles Dickens

Foi o mais popular dos romancistas da era vitoriana e contribuiu para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa.

Ainda novo, foi enviado para trabalhar numa fábrica onde se deparou com condições miseráveis, assim como com a sua própria solidão e desespero. Após três anos, regressou à escola, mas essa experiência nunca foi esquecida e acabou por ficar retratada em dois dos seus mais conhecidos romances, “David Copperfield” e “Grandes Esperanças“.

Para além de inúmeros romances, publicou crónicas semanais, escreveu livros de viagens e geriu organizações de caridade. Foi também um grande entusiasta de teatro; redigiu peças e, inclusive, desempenhou papéis perante a Rainha Vitoria em 1851. A sua energia era inesgotável e passou muito tempo no estrangeiro, onde dava conferências, por exemplo, contra a escravatura nos Estados Unidos da América.

Separou-se da sua mulher em 1858, após o nascimento do seu décimo filho. Morreu em 8 de Junho de 1870.

No bicentenário do seu nascimento, relembramos Charles Dickens.

Charles Dickens foi muito amado pela sua grande contribuição para a Literatura Clássica. As suas histórias épicas, com personagens ricas e descrições exaustivas da vida contemporânea, são inesquecíveis.” (traduzido de www.bbc.co.uk)

Bibliografia de Charles Dickens

Grandes vencedores dos Óscares são livros

“Seis dos nove filmes nomeados para a categoria «Melhor Filme» dos Óscares deste ano são baseados em obras literárias. Já os vencedores de 2008 (Este País não É para Velhos), 2009 (Quem Quer Ser Bilionário?) e 2011 (O Discurso do Rei) eram versões cinematográficas de livros.” (via blogtailors)

Paul Auster

“A literatura é essencialmente solidão. Escreve-se em solidão, lê-se em solidão e, apesar de tudo, o acto de leitura permite uma comunicação entre dois seres humanos.”

Paul Auster

Paul Auster

Novelista, ensaísta, tradutor e poeta, após ter terminado a faculdade, mudou-se para França, onde começou a traduzir obras de escritores franceses, como André Breton, Paul Éluard, Stéphane Mallarmé, Sartre ou Blanchot, de quem era admirador confesso. Paralelamente à tradução, escreveu para alguns jornais americanos uma série de histórias a que chamou “The New York Triology” e assim começaram os seus primeiros passos na escrita.

Considerado um nome cimeiro da literatura dos nossos dias e um autor de culto, muito consagrado e premiado, designadamente com o Prémio Príncipe das Astúrias de Literatura de 2006, viu a sua obra “Leviathan” receber, em 1993, o Prémio Médicis, para o melhor romance estrangeiro. “As Loucuras de Brooklyn” recebeu, em 2006, o Prémio “Qué Leer de los Lectores“, distinção também já antes dada, em 2004, a “A Noite do Oráculo“.

Também se dedicou ao cinema, como argumentista e realizador e, em 1998, realizou o seu primeiro filme a solo, “Lulu on the Bridge“, com argumento seu, sendo evidente a influência cinematográfica norte-americana nos seus livros, que se desenrolam numa sucessão que faz lembrar um thriller.

Falamos de Paul Auster quando festeja o seu 65.º aniversário.

Bibliografia de Paul Auster

Meg Cabot

Meg Cabot

Meg Cabot

Formou-se em Artes na Universidade de Indiana e, mais tarde, mudou-se para Nova Iorque, com a intenção de seguir uma carreira de ilustradora. Mas a ilustração, entretanto, cedeu lugar à sua verdadeira paixão, a escrita, para o que conseguiu um emprego de assistente administrativa num alojamento de estudantes universitários e escrevia sempre que tinha oportunidade para tal. Os primeiros dos seus vários romances históricos foram escritos sob o pseudónimo de “Patrícia Cabot“.

É autora de 60 livros para adolescentes e adultos, muitos dos quais bestsellers, mais notavelmente a série “O Diário da Princesa“, publicada em 38 países e pela qual ficou mundialmente conhecida e que deu origem a dois filmes da Disney, ambos sucessos de bilheteira.

Falamos de Meg Cabot, quando festeja o seu 45.º aniversário.

Bibliografia de Meg Cabot

Kenzaburo Oe

Kenzaburo Oe

Kenzaburo Oe

Após ter concluído o seu curso em Literatura Francesa, em 1959, começou a escrever sobre a sua infância, quando a II Guerra Mundial povoava a sua mente de horror e excitação. Os seus primeiros trabalhos expressaram a degredação e desorientação causadas pela rendição do Japão no final do conflito militar.

Kenzaburo quis experimentar com a linguagem, criar uma nova forma de expressão literária, uma forma que retratasse as mudanças sociais e psicológicas sofridas pelo Japão, enquanto lutava com as limitações pessoais de um homem novo e tímido, oriundo do campo, que gaguejava e falava com forte sotaque rural.

O autor, que lidou com frequência com marginais e individuos rejeitados pela sociedade, fez dessa experiência um dos temas mais presentes nas suas obras. Outro dos seus temas centrais, partilhado com outros escritores japoneses, foi o conflito entre a tradição e a nova moderna cultura ocidental.

Galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1994, o júri qualificou Kenzaburo Oe como “aquele que com força poética cria um mundo imaginário, onde vida e mito se condensam para formar uma imagem desconcertante da condição humana de hoje.”

Falamos de Kenzaburo Oe quando festeja o seu 77.º aniversário.

Bibliografia de Kenzaburo Oe

Romain Rolland

“Quando a ordem é injusta, a desordem é já um princípio de justiça.”

Romain Rolland

Romain Rolland

Relembrámos hoje, no 146.º aniversário do seu nascimento, um autor francês, galardoado com o Prémio Nobel de Literatura em 1915, como “tributo ao superior idealismo da sua produção literária e à compaixão e amor pela verdade com que descreveu diferentes tipos de seres humanos”, nas palavras do Júri da Fundação Sueca.

Romancista, ensaísta e biógrafo, mas também estudioso e crítico musical, foi professor universitário em Paris, de História da Arte e de História da Música, antes de se dedicar exclusivamente à escrita, dado que não gostava de ensinar, devido ao seu carácter solitário, introvertido e pouco sociável.

Apoiante inicial da revolução Bolchevique, tornou-se depois acérrimo contestatário do estalinismo, como também dos regimes fascista e nazi, apesar de não ter sido incomodado politicamente, tendo-se isolado completamente durante a ocupação alemã de França. Ficou famoso sobretudo pelo seu pacifismo militante, para o que terá contribuído a sua biografia de Gandhi, que conhecera em 1931.

Na sua obra, onde concilia o idealismo patriótico com um internacionalismo humanista, destaca-se a saga Jean-Christophe, inicialmente publicada em 10 volumes, cujo personagem principal, um músico alemão, reflecte muito da personalidade e do idealismo do autor.

Bibliografia de Romain Rolland

Lançamento do livro “Tempo de Memória, O Filho do Celta”

Convidamos todos os amigos da Autora, Graça M. Ferreira, ou interessados no tema, para partilharem esta “ficção histórica, em que a realidade quotidiana e o mito celta conduzem o leitor a um mundo antigo, onde a felicidade se conquista através da união dos povos, do entendimento, da cooperação no trabalho e nas tradições…”

Data: Sábado, 28 de Janeiro de 2011, às 17:00
Local: Livraria “LeYa na Barata”
Av. de Roma, 11 A | Lisboa

Tempo de Memória
O Filho do Celta
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/tempo-de-memoria/9789892027319/

J. D. Salinger

“O que distingue o homem insensato do sensato é que o primeiro anseia morrer orgulhosamente por uma causa, enquanto o segundo aspira viver humildemente por ela.”

J. D. Salinger

J. D. Salinger

É um dos nomes mais importantes da literatura norte-americana do século XX. Com o êxito da sua maior obra “À Espera no Centeio“, o autor viveu desde 1953 até à sua morte, isolado do mundo, no topo de uma montanha, numa cidade de mil habitantes, Cornish.

Conhecido pela sua personalidade extremamente tímida, não concedia entrevistas e não se deixava fotografar, nunca permitiu que qualquer obra sua fosse adaptada ao cinema, de que não gostava e, após o sucesso de “À Espera no Centeio“, esteve alguns anos sem publicar nada.

À Espera no Centeio“, já chamado de “o livro que inventou uma geração”, foi publicado em 1951 e obteve um êxito imediato entre os jovens. A sua linguagem coloquial e humorística e o “calão” típico dos adolescentes revolucionaram a escrita literária da época. Salinger demonstrou, numa altura em que os jovens não se faziam ouvir, que existia uma “cultura jovem” e que tinham direito a uma “voz” e a uma visão de mundo próprias.

Relembramos J. D. Salinger, quando passam 2 anos da sua morte.

Bibliografia de J. D. Salinger

Winston S. Churchill

“O orgulhoso prefere perder-se, a perguntar qual é o seu caminho.”

Winston Churchill

Winston Churchill

Foi um dos mais admirados e decisivos homens políticos do século XX. Controverso e “sem papas na língua”, suscitava tanto a admiração como o ódio. Primeiro-ministro britânico, de 1940 a 1945 e de 1951 a 1955, foi quem dirigiu a Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial, com os seus discursos patrióticos e a sua oratória empolgante. Desta altura, data uma das suas mais célebres frases, “nunca tantos ficaram a dever tanto a tão poucos”, com a qual quis louvar os aviadores britânicos que venceram a épica “Batalha de Inglaterra”.

Aristocrata de nascimento, começou por ser jornalista, mas cedo se iniciou na política, tornando-se membro do Parlamento com 26 anos e do Governo 3 anos depois, tendo-se, desde logo, notabilizado. Não participou em nenhum governo, de 1929 a 1939, mas continuou a ser eleito para o Parlamento, onde advertiu incessantemente do perigo que Hitler representava para a Paz. Aliado à União Soviética, desde o primeiro momento da invasão alemã, em Junho de 1941, acabou por vencer Hitler, com o apoio e depois a participação activa dos Estados Unidos na guerra. Mas foi também o primeiro a insurgir-se contra a “Cortina de Ferro” que depois se abateu sobre o Leste europeu.

Recebeu, em 1953, o Prémio Nobel de Literatura, pela sua obra “Memórias da Segunda Guerra Mundial“. Embora a sua carreira literária se tenha iniciado em 1898, com relatórios sobre campanhas militares e publicara o seu único romance, Savrola, em 1900.

Apesar de fumador (de charutos) e bebedor (de whiskies) inveterado, viveu até aos 90 anos, falecendo vítima de um derrame e encerrando uma era na História do Século XX.

Quando passam 47 anos da sua morte, destacamos Winston S. Churchill.

Bibliografia de Winston S. Churchill

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